Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a idéia de que o menos que um escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, trazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiramos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.
Cum coepi scribens adulta conscripserit, me concitatus quod hodie in idea potest facere nisi scriptoris tempore, nostra scelera et iniurias, et illuminabit lucerna eius est, super rem illustrant earum rerum, ne cadat in tenebris sunt ad fures, homicidae, et tulerunt. Imo tenendum lucernæ, quamvis nausea et horror.si habemus electrica lucernam accendit stipulas acendamos nostrum vel in casu risquemos aequet saepius, in signum quod nostra non dereliquit nos post.
sendo traduzido, aguarde..
